domingo, 4 de outubro de 2009

Amor, Liberdade e Solidão - Osho - Cobiça e amor


Pág.9, Parte I – Amor

“De facto, a cobiça, quando dirigida, purificada, torna-se amor. É a cobiça, lobha (sânscrito), que quando bem assimilada, se torna amor.
Amor é partilhar, cobiça é arrecadar. (…) Deve existir alguma razão alquímica para que lobha se tenha tornado love no léxico inglês. Lobha torna-se amor no que diz respeito a processos alquímicos internos.”


Os extremos tocam-se; é fácil passarmos de um extremo ao outro.

6 comentários:

  1. O amor é a razão maior dos nossos atos. Ainda que nem sempre o percebamos. :) Boa semana!

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  2. Caro amigo Árabe! Tens toda a razão! E devemos trabalhar-nos para que cada vez mais os nossos actos sejam baseados no amor... o que, por sua vez, tem como base o amor próprio, por contraditório e paradoxal que possa parecer. Mas isso do não perceber não é lá muito bom... é sempre bom percebermos... TUDO! :D Viémos ao mundo para perceber! ;)

    Felicidades!

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  3. Querida Porcelain Doll
    Perdão e amor são sentimentos nobres, que enriquecem quem deles trata.
    Um beijo
    Daniel

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  4. Não se deve perdoar e pura e simplesmente esquecer... alguém que nos magoa é alguém que necessita da nossa ajuda, com frequência, pois encontra-se perdido(a) e precisa de ajuda para se encontrar... o verdadeiro perdão não é o esquecimento; o perdão que é baseado no amor, é o perdão que tenta ajudar e evitar que o mesmo volte a suceder... ajudando a pessoa que nos magoou da melhor forma que pudermos e soubermos... para que se encontre... e não volte a magoar ninguém. :)

    Felicidades!

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  5. ups!

    oh miuda...que coisa! andas sempre a voar!

    beijinh

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  6. Eheheheh, peço desculpa pelas mudanças!! Obrigada por acompanhares... :) A partir de agora estou aqui... e é mesmo aqui que a partir de agora me vais encontrar :D

    Beijinhos!

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