sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Amor, Liberdade e Solidão, Osho - Egoísmo


Pág.23

“Se você não for egoísta não poderá ser altruísta.”

“Poderá servir os outros, mas fá-lo-á porque lhe dá prazer, porque gosta de o fazer, porque se sente feliz e afortunado por o fazer. (…) Não está a cumprir nenhum dever (…). Não é nenhum grande mártir; não está a fazer nenhum grande sacrifício.”

“Uma pessoa egocêntrica procura sempre a sua própria felicidade. E aqui está a beleza, quanto mais procurar a sua felicidade, mais facilmente poderá auxiliar os outros a serem felizes."

Já que a consciência tem regras para se erguer, tem uma lógica, uma ordem, já que há conhecimentos que devem estar em primeiro lugar do que outros, e decidir quais os que devem sustentar o resto da pirâmide é simples: são aqueles que nos são mais próximos. E o que está mais próximo de nós se não nós mesmos? Para prestarmos o devido auxílio, não devemos permitir desguarnecer-nos a nós próprios. e a qualidade do auxílio que prestamos revela precisamente a qualidade desse mesmo guarnecimento interior... é que por vezes os egos aparentemente mais fortes são os mais frágeis... geralmente a arrogância, a altivez, o orgulho costumam ser formas utilizadas para ludibriar os demais, para os fazer crer que realmente temos um ego forte... mas quando ele é de facto forte, é a humildade e a simplicidade de espírito que se verificam... e o idiota do ser humano, com frequência encara isto como fraqueza... é triste, mas o ser humano tem, de facto, aquilo que merece...

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