quinta-feira, 25 de março de 2010

Amor, Liberdade e Solidão, Osho - Perigo



Pág.190

“(…) mas sempre que me sentava na sala dos professores, ninguém se sentava na cadeira onde eu me sentava, ninguém se sentava ao lado da cadeira onde eu me sentava. Eles consideravam-me um pouco perigoso.
Um homem que não tem amigos, um homem que tem pensamentos estranhos, um homem que está contra todas as religiões, contra todas as tradições, um homem que se opõe sozinho a toda a gente como Mahatma Gandhi, que é venerado por todo o país. Eles pensavam: é melhor mantermo-nos afastados deste homem. Ele pode colocar-nos alguma ideia na cabeça e podemos vir a ter dificuldades.”

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