segunda-feira, 3 de maio de 2010

A Fórmula de Deus – José Rodrigues dos Santos


Págs.162, 163 e 164

“Einstein (…) de repente deu com o nariz na Teoria Quântica. (…) A Física de Newton é adequada para explicar o nosso mundo quotidiano. (…) Os problemas desta Física Clássica só emergem quando estamos a lidar com aspectos que não fazem parte da nossa experiência diária, como por exemplo velocidades extremas ou o mundo das partículas. Para tratar os problemas das grandes massas e da grande velocidade, apareceram as duas teorias de Einstein, chamadas da Relatividade. E, para lidar com o mundo das partículas, surgiu a Teoria Quântica. (…) nasceu em 1900, na sequência de um trabalho de Mas Plank sobre a luz emitida por corpos quentes. Foi depois desenvolvida por Niels Bohr, que concebeu o mais conhecido modelo teórico dos átomos, aquele que tem os electrões a orbitar o núcleo da mesma maneira que os planetas orbitam o Sol. (…) alguns físicos concluíram que as partículas subatómicas podem ir do estado de energia A ao estado de energia B sem passarem pela transição entre esses dois estados. (…) Chama-se a isso um salto quântico. (…) Nós sabemos que as micropartículas dão saltos. Isso é consensual. O que se passa é que há quem ache que quando estamos a falar do mundo subatómico o espaço deixa de ser contínuo e torna-se granuloso. Dão-se saltos sem passar pelo espaço intermédio.”

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