segunda-feira, 17 de maio de 2010

Paulo Coelho – A Bruxa de Portobello


Pág.130

“Foi a primeira vez, ao longo de todos esses dias, (…) eu comportava-me como uma rapariga que acaba de perceber que o mundo não está cheio de fantasmas e de maldições, como os adultos nos ensinaram; está repleto de amor, independentemente de como ele se manifesta. Um amor que perdoa os seus erros, e que redime os seus pecados.”

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