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“Que experiência? Viver como ser humano e como divindade. Passar da tensão ao relaxamento. Do relaxamento, ao transe. Do transe ao contacto mais intenso com as pessoas. (…)
Não é nada fácil – principalmente porque exige um amor incondicional, que não teme o sofrimento, a rejeição, a perda.
Mas, para quem bebe uma vez desta água, é impossível voltar a matar a sua sede noutras fontes.”



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